terça-feira, abril 26, 2016

Em 2010, nomearam um acólito do velho $arney, um octagenário, para ministro do turismo. Na época os assessores desse personagem ímpar foram comemorar em um motel, imagino eu acompanhado de mulheres de vida nada fácil mas quem sabe, e levaram a conta para o ministério pagar, foram denunciados e tudo se resolveu.

Na época publiquei esse post AQUI, fato esse que me rendeu um e-mail de uma suposta agência de vigilância sanitária, Axur Information Security, exigindo que eu retirasse o post do ar por estar violando direitos autorais (???). Evidentemente não tirei o post do ar, mandei essa tal agência tomar no cu e entrei em contato com o ministério, avisando que se continuasse a receber e-mails deles eu ia botar pra foder. Os aspones de lá entenderam a mensagem subliminar e ficou por isso mesmo. O objetivo era, na verdade, monitorar a internet para evitar de associar o nome do Brasil com o turismo sexual, ideia que apoio, mas, como todo projeto petista, sem o menor bom senso em sua execução.

Foto : Ela mesma e publicado no Facebook e em "O Antagonista"
Hoje, assumiu o novo ministro do turismo. Nada demais, considerando que não vai ter muito o que fazer (e espero que também não cause tanto estrago nas contas), mas aí a nova primeira-dama, "Miss Bumbum dos Estados Unidos 2013", resolve dar, no bom sentido, as caras no trampo do maridão e publicar as fotos no Facebook. Não é mimosa? Mas fico intrigado com o que dirão os esquerdistas empedernidos a respeito da importação de primeiras-damas do país representante máximo do capitalismo liberticida reacionário. Não tinha artigo nacional não?
Só para lembrar, esse ministério já foi comandado pela sexolóloga petista em 2007, que no caos aéreo mandou os viajantes relaxarem e gozarem.

Essa pasta é amaldiçoada.

segunda-feira, abril 25, 2016

Não, esse não é um post do tipo ufanista. Vou repassar alguns conceitos que acredito estejam meio perdidos em seu significado pela banalização de seu uso:

1) Ética: conjunto de regras e preceitos de ordem valorativa e moral de um indivíduo, de um grupo social ou de uma sociedade. Seu cunho tem um aspecto mais filosófico do que pragmático, mas serve de norte para determinar a fundamentação do que se pode ou não fazer.

2) Moral: conjunto de regras determinante para o comportamento em sociedade de um indivíduo e que são adquiridas pela tradição, educação e pelo viver do cotidiano. Por exemplo, citamos como morais a honestidade e a bondade.

Os bandidos aboletados na pocilga e no $enado usam, ad nauseam, esses termos para definir seu comportamento ilibado. Mas no fundo sabemos bem o que são. Já disse e repito, todos deveriam estar presos.

Mas indo ao ponto. Alguns continuam insistindo na tese do golpe, a ponto de defende-la à cusparadas em mulheres. Ninguém se dá ao trabalho de explicar como um golpe pode transitar dentro do processo constitucional, atacado e defendido em todos os âmbitos dos poderes existentes e ser dado com correto. Outro aspecto interessante e não explicado é, por que uma vítima de golpe iria viajar para New York, desfilar no MoMA, voltar e reassumir sua cadeira. Sem explicações, só esperneios.

É interessante também ver pessoas bradando sobre ética e moral, mas não se dão ao trabalho de entender que não existe duas opiniões sobre um crime. Há um monte de petista na cadeia, junto com seus financiadores. É crime, ponto. Não há diferenças éticas a respeito.

Se a ética professada por alguns defende os aos criminosos praticados em nome do povo, me desculpem, mas essa ética é rasteira, chula e bem escrota.

Uma pergunta de última hora: Cadê as feministas de grelo duro que não se manifestam sobre a cusparada que o josé de abreu deu em uma mulher? Ou vale?

E não vai ter golpe. Vai ter impeachment.

#tchauquerida #tchauquerido

domingo, abril 24, 2016

"Me causa espécie", seria uma forma de iniciar esse post. Mas vou ficar com o belo e bom, "caralho o que as feministas petistas de grelo duro tem a dizer sobre a cusparada do José de Abreu em uma mulher? ".

Levei algum tempo tentando entender o que faria um bobalhão petista cair na armadilha de perder a cabeça. Inteligência não é exatamente um atributo petista, esperteza sim. Mas ao invés de analisar a burrice do idiota pergunto: Alguma mainfestação feminista contra o ato escroto?

Nada? Então a misoginia alardeada a quatro ventos só vale quando a mulher que não é petista.

Algo? Não li nada em lugar nenhum, de nenhuma petista mulher que conheço. E conheço várias.

Essa seletividade não é estranha?

Bom, de qualquer maneira, se o marido advogado da mulher cuspida é carioca, se explica porque ele ficou na dele. Se tiver a metade da inteligência que imagino, ele mete um processo que vai arrancar até o último centavo arrecadado pelo petista com a Lei Rouanet.

A conferir.

segunda-feira, abril 04, 2016

Existe uma balbúrdia a respeito do uso indevido da Lei Rouanet. Antes de mais nada, cabe dizer que ninguém atentou para o que é a lei. Mas vamos partilhar meus profundos estudos sobre o assunto:

Antes de tudo: A Renúncia Fiscal trata-se de o governo abrir mão de parte de um percentual cobrado pelo imposto para que a inciativa privada possa investir e patrocinar projetos culturais. Estes impostos podem ser Federal, Estadual e até mesmo Municipal.

Além de ser benéfico para a empresa, esta lei permite que haja incentivo para que as empresas gerem bem-estar para a sociedade. Além de garantir impostos menos onerosos, a Renúncia fiscal ainda serve de bom marketing para a iniciativa privada. (fonte Jornal Contábil)

Resumindo:

1) A lei tem o motivo motor de incentivar a manifestação cultural brasileira, e possibilitando o acesso do público;
2) Qualquer um pode pleitear a liberação do uso de renúncia fiscal do governo para isso, desde que atenda aos itens da lei e preencham formulários intermináveis e burocráticos;
3) Não podemos considerar ilegal que o Chico Buarque ou a Letícia Sabatella pleiteiem, é só imoral (ver no desenho abaixo);
4) Já houveram bizarrices das mais variadas respaldadas pela lei, inclusive a primeira vinda do Cirque du Soleil, que não é absolutamente manifestação cultural brasileira. Sem contar a filmagem esdruxula do manual profissionalizante da Bruna Putistinha. (toquei no assunto na época, nos links vale a leitura)

O ponto em que os defensores dos intelecutalóides não tocam ou não enxergam é, o Estado quer incentivar a cultura possibilitando que o artista regional e necessitado possa ir atrás de patrocínio privado. O Estado abre mão de parte dos impostos para beneficiar projetos apresentados por artistas. O Estado avalia e APROVA os projetos. Desenhando, somente um ignóbil amébico acredita que exista um processo de escolha justo, praticado por um aspone colocado com uma caneta na mão. Vale o amigo dos amigos ou criar dificuldades para vender facilidades.

Muito bem, considerando que empresas privadas não são públicas e públicas são privadas, não faz o menor sentido que o Banco do Brasil, Petrobrás, Eletrobrás e outras brás sejam patrocinadoras. Ou faz?

Copyright 2010 Jus Indignatus por Ricardo Rayol*template e layout layla*
Clicky Web Analytics