domingo, janeiro 24, 2016

Com o patrocínio da Adidas, Fidel aplaude o magnífico texto publicado
no Jus Indignatus pelo articulista de esquerda Glênio Gangorra
Faleceu Fidel Castro, ou não, não há confirmações nem desmentidos. De qualquer forma é um momento de pesar para todos os povos democráticos e nacionais-socialistas do mundo. Castro, o Fidel, era um prócer dos direitos humanos e civis. Um marco da democracia mundial. Uma personalidade ímpar e inquebrantável da política internacional. Benfeitor de um povo explorado e sofrido. Farol para luminares da política bolivariana e latrino-americana.

Em sua homenagem escrevo, com a tinta vermelha do bolivarianismo, uma breve cronologia dos principais eventos do governo de Fidel.

Vejam um breve resumo histórico >> aqui <<

Agosto de 2010: Castro, o Raúl, com a concordância de Fidel, permite que os cubanos tenham atividades econômicas, liberando uma lista com mais de 178 atividades. A indústria de carroças cresce 345,64%. "Debemos desarrollar las actividades económicas que aportan riqueza a nuestra ciudadanos socialistas", declarou Castro, o Fidel, em pronunciamento de 8 horas. Um recorde.

18 de abril de 2011: Fidel renuncia, mais uma vez, ao comando do barco bolivariano em Cuba. Em pronunciamento curto, de 5 horas, declarou: "Santo Tomé negó a Jesús Cristo tres veces. Sólo estoy en mi segunda vez."

16 de outubro de 2012: Fidel é anunciado morto. "Rei muerto, Rei puesto!!!", bradaram seus seguidores fiéis. Mas não há confirmações, apenas boatos, um dos quais diz que ele teria morte cerebral. Mas não há desmentidos, nem uma aparição pública para um rápido pronunciamento de 3 horas. O indício mais forte vem da própria Cuba. Com a falta de materiais para construção de barcos exóticos, devido ao embargo assassino das autoridades mundiais, o governo cubano Castrista, pois não há outro, liberou que seus cidadãos possam viajar ao exterior sem necessidade de vistos e autorizações. "Si los enemigos del Estado democrático de derecho quieren abandonar el país debe hacer a su costa no del pueblo cubano", vociferou, apoplético, uma autoridade aduaneira.


24 de janeiro de 2016: Após a abertura das relações diplomáticas e comerciais um exultante Castro, o Raul, não o Fidel, finalmente começa a demonstrar seus sinais de riqueza acumulada. Seu irmão, amargurado, renuncia à renúncia e inicia combates guerrilheiros a partir da emblemática Sierra Mestra. Em declaração bombástica parafraseia seu antigo comandado ""Hay que endurecerse, pero sin perder la ternura jamás.", declaração esta que levou aos pícaros orgásmicos os poucos que ainda acreditam que tirar dos pobres desvalidos para dar aos pobres armados é uma política de esquerda avançada. Esta ação guerrilheira, contudo, leva o antigo caudilho a um estado de nervos que levantam suspeitas sobre sua mortalidade.

25 de novembro de 2516: Morre Castro, o Fidel, depois de longa agonia. Castro, o Raúl, finalmente assume o governo, agora em definitivo. Na América Latrina, Hugo "O Pequeno Fidel" Chávez XXIII, fecundado com embrião salvo em proveta e gestado pelo seu sucessor Maduro, incorpora o espírito do avançado ídolo e pai falecido. Por toda a América Latina e pelos países democráticos como Irã e Coréia do Norte, povos unidos se perguntam: "Mas é quien Fidel????".  A mesma pergunta se fez Goofy Trump, descendente direto do 45º presidente estadunidense, o Donald, bebendo sua margherita à beira do mar caribenho. 

Uma homenagem de Glênio Gangorra, dos Jegues Vermelhos.

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