quinta-feira, dezembro 24, 2015

O mundo vive tempos difíceis. É o que dizem os (des)governos bolivarianos ainda espalhados pela América Latrina. Essa constatação se resume no preço do petróleo, que caiu vertiginosamente nos últimos anos. Se o preço caiu, o mundo está em crise, simples assim.

Por conta disso a Venezuela faliu. E o podre Maduro tenta se manter no poder a qualquer custo, criando factoides bizarros que não tem ressalvas por parte do resto da bosta esquerdista do merdosur. O estado do Rio de Janeiro faliu, apostaram no pré-sal e não eu em nada.

Mas até aí era de se esperar. O que considero esperteza chula é que as crises na saúde pública, como a microcefalia e o caos nos hospitais fluminenses, estejam fomentando o imaginário que uma CPMF é necessária.

Mas pior que isso, é constatar que o Pezão provavelmente seguiu o mesmo caminho de sua interlocutora palaciana, pedalando bastante e agora que se foda. Fico me perguntando de onde sairá o dinheiro que irá socorrer essa bizarrice, tanto da União, quanto do município do Rio de Janeiro, pois até onde entendo o Rio faliu mas vai ter Olimpíada, sendo que o estado também está segurando essa pica.

Política pública pra quê?



quinta-feira, dezembro 10, 2015

Não satisfeitos com a má-gestão no combate à dengue e seu mosquito o ministério da saúde, esse buraco negro que suga recursos sem nunca devolver nada em troca, irá distribuir gratuitamente, e de graça, repelente para grávidas. Tirando a piada óbvia, espero que eles fujam da incompetência padrão que norteia os trabalhos de ministérios bolivarianos e se lembrem de ler a bula.

Vai que a emenda fica pior que o soneto.

A conferir.

sexta-feira, dezembro 04, 2015

Anos de descaso do poder público e da população desembocam nessa epidemia de microcefalia, transmitida pelo mesmo mosquito da Dengue.

Anos de piadinhas "ele está dengoso", como se fosse normal um sujeito ficar doente.

Agora o buraco apertou.

Só para entender, a vítima de microcefalia será um dependente para o resto da vida, com consequências graves como atraso no desenvolvimento mental, epilepsia, convulsões, autismo e por aí vai.

O que não entendi ainda, é qual a diferença entre 33 e 32 centímetros, mesmo sendo o protocolo da OMS.

Em resumo, de ora em diante, o sujeito que está se lixando se tem ou não água parada em seu terreno deveria ser reso imediatamente.


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