terça-feira, abril 07, 2015

Li, alhures, que algumas pessoas se incomodaram com a grande repercussão da queda do avião pelo seu co-piloto suicida comparando com o nada repercutido massacre de estudantes no Quênia por algum grupo terrorista.

Da mesma forma, Luciana Genro trolou o Alckmin quando "lamentou" a morte do filho do governador paulista, mas que não viu nenhuma lamentação pelo menino morto no Morro do Alemão.

Vamos por partes.

Até onde sei, grupos terroristas vivem de mídia, quanto maior o alcance de um ato maior o impacto na vida das pessoas. Até onde sei, que me corrijam, existe um pacto não-escrito, entre os governos sérios e a mídia golpista, que não se repercute esse tipo de ação exatamente para minorar o impacto na vida das pessoas. Mal exemplificando, no filme Nova Iorque sitiada um grupo toma um ônibus e o explode quando percebem que os helicópteros da mídia mentecapta estão indo embora a pedido do FBI.

A lamentação pela morte do menino se traduz na exposição que a mídia deu, e está dando ao fato. Muitas pessoas publicam e replicam essas informações com suas observações pessoais. Ou então a genial comunista queria que o governador de São Paulo lamentasse a morte do menino, enquanto enterrava o filho.

A mídia mentecapta, aquela mídia que não tem recursos para manter escritórios ao redor do mundo ou são sustentados por governos de esquerda para serem os paladinos da distorção de notícias, deveriam ter um pouco mais de cuidado antes de chupinhar as noticias que a mídia golpista, aquela que realmente trabalha.

E a propósito, uma frase me chamou a atenção sobre o velório do filho do governador. "Dilma e Alckmin se dão bem". Evidente, a classe política brasileira é muito unida, a divergência se relaciona a respeito do tamanho do butim que cada um quer tomar para si. Imagino que todos saibam disso.

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