quinta-feira, março 28, 2013

Longe de mim criticar a inclusão de tantos trabalhadores tratados como “yes, buana”. Mas não posso deixar de tecer certas considerações a respeito. Depois de aprovarem a tal PEC das empregadas os nossos (infelizmente tenho que incluir nessa) repre$entante$ ficaram preocupados. Afinal, para cada uma das trabalhadoras domésticas existem 2 ou mais eleitores pagantes. Se tocaram que nem todos os patrões são abonados (tem domésticas por necessidade) e nem todos são senhores de engenho. E aí começam a querer montar “puxadinhos” na tal lei. Por exemplo, o Sindicato das Domésticas (ou algo assim) quer que a União arque com o custo das creches, que está na tal lei aprovada. Porra, não tenho dinheiro para ter empregada fixa (mal consigo pagar uma faxineira quinzenal) e tenho que arcar, com o dinheiro do meu imposto, isso por quê? Outra, quem vai fiscalizar essa naba? Não se preocuparam com a fiscalização da jornada. Coisa bem difícil por sinal. Se entubaram os patrões então que assumam as consequências políticas.


Em tempo: A cereja do bolo foi a declaração da líder sindical esbravejando que agora havia sido feita a justiça, agora os patrões que “trocam de carro importado todo ano e viajam para a Europa vão ter que nos engolir” (mais ou menos isso). Uma lei que nasce da inveja ou revanchismo está fadada ao fracasso. 

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