terça-feira, outubro 16, 2012

Faleceu Fidel Castro, ou não, não há confirmações nem desmentidos. De qualquer forma é um momento de pesar para todos os povos democráticos e nacionais-socialistas do mundo. Castro, o Fidel, era um prócer dos direitos humanos e civis. Um marco da democracia mundial. Uma personalidade ímpar e inquebrantável da política internacional. Benfeitor de um povo explorado e sofrido. Farol para luminares da política bolivariana e latrino-americana.

Em sua homenagem escrevo, com a tinta vermelha do bolivarianismo, uma breve cronologia dos principais eventos do governo de Fidel.

1º de janeiro de 1959: O ditador e dublê de mafioso, Fulgêncio Batista, esse verme energúmeno, deixa Cuba e revolucionários, liderados por Fidel Castro, tomam o poder. Castro faz questão de mostrar que "a tomada do poder foi pacífica e de acordo com os anseios do povo". "No tendrá el castigo, ejecuciones por la leña-escuadrilla y ni revanchismo", disse exultante o comandante.

Junho de 1960: Cuba nacionaliza refinarias de petróleo norte-americanas por que estas se recusam a refinar petróleo soviético. “Una denegación inexplicable e inaceptable”, disse perplexo o comandante à época.

16 de abril de 1961: Quase dois anos depois, devido à burocrática burocracia governamental cubana, criada aos moldes da extinta URSS, Castro declara Cuba um Estado Socialista. "A pesar de los beneficios en el registro de nuestro modelo del estado, causado para la burocracia natural sucedió con nuestro cambio del gobierno, ahora él está todo legalizado", exclamou impávido "el comandante".

22 de janeiro de 1962: Cuba é suspensa da OEA (Organização dos Estados Americanos). Fidel reage pedindo uma revolta armada em toda a América Latrina. Esse pedido foi ouvido em um determinado país sul-americano e deu no que deu.

14 de outubro de 1962: Cuba entra no cenário mundial ao enfrentar, galhardamente, os imperialistas estadunidenses ao permitir que mísseis nucleares soviéticos fossem baseados nos lindos campos cubanos. "Hay que endurecer, pero perder la ternura sólo si hay una guerra nuclear", teria declarado o grande comandante, frase esta que foi adaptada e divulgada ao redor do mundo.

15 de outubro de 1962: "El ejército somos nosotros", lema do novo exército que se preparou contra uma invasão e que contratou, por orientação do grande líder Castro, o Fidel, ex-nazistas para treinarem as hostes cubanas nas mais modernas técnicas de extração de informação. Um marco na democracia desenvolvida na ilha.

Março de 1968: É criada a holding “El grand compañero” que administra todos os negócios privados do país, retendo todos os lucros e financiando seus custos com impostos. Esse modelo não afeta as pequenas propriedades agrícolas.

Abril de 1980: Para estimular as exportações cubanas o governo declara que cubanos podem deixar o país. Começa a crise de refugiados. Cerca de 125 mil pessoas abandonarão Cuba até setembro de 1980. Economia cubana dá um salto histórico graças a essa manobra brilhante. “No podemos dejar a ciudadanos privados del mundo entero del sabor del cigarro cubano”, sorriu o comandante.

Dezembro de 1991: Colapso da União Soviética acaba com ajuda à Cuba, cuja economia cai 35% até 1994. “Qué él importa son los otros 65%”, deu de ombros o comandante.

Agosto de 1994: Em mais uma manobra econômica brilhante, Castro declara que não vai impedir saída de cubanos que tentam deixar o seu amado país. Cerca de 40 mil pessoas se dirigem aos EUA por mar, impulsionando a indústria naval cubana. Economia cresce 87,55%.

Outubro de 1997: Partido Comunista de Cuba realiza 50º Congresso (apesar de existir a apenas 38 anos). Para evitar constrangimentos para o povo, na hora de dizer o nome de seu líder, Castro reafirma seu irmão mais novo, Castro, como sucessor. Grande marco no processo democrático cubano e exemplo para diversos países, sobretudo latrino-americanos.

Janeiro de 1998: Papa João Paulo 2º visita Cuba. “La iglesia y el comunismo tienen todo a ver”, constritou-se o grande timoneiro caribenho.

16 de dezembro de 2001: Embarcações de milho e frango congelado chegam ao porto de Cuba, representando as primeiras vendas diretas de comida norte-americana ao país em quase 40 anos. Em contra-partida Cuba faz a primeira exportação de, de, "ah sei lá algo de mucho valor para el americano medio", informou o comandante.

6 de março de 2003: Parlamento cubano elege Castro para seu sexto mandato de cinco anos como presidente do Conselho de Estado, órgão supremo do governo cubano. Recorde absoluto nos governos democráticos. “Una más vez me llaman. Mi gobierno continuará estando para el pueblo, para el pueblo y con el pueblo”, rejubilou-se o comandante.

18 de março de 2003: Governo cubano anuncia medidas contra dissidentes acusados de trabalhar com oficiais norte-americanos para minar o sistema socialista. “No importa que la Soviet-unio'n haya caído de maduro y para la obsolescencia y que perdí a mi solamente socio comercial en el mundo”, rugiu o comandante à época.

2 de fevereiro de 2005: Castro chama o presidente norte-americano, George W. Bush, de "perturbado", em resposta à declaração dos EUA de que Cuba seria um berço de tirania. “Él es el un discurso desigual de el desigual”, afirmou o comandante.

15 de junho de 2006: Castro diz que o Partido Comunista permanecerá no controle de Cuba em caso de mudança de líder. “No afirmé esto”, afirmou o comandante Castro.

31 de junho de 2006: Castro cede temporariamente poderes a Castro para passar por uma cirurgia gastrointestinal. A cirurgia é bem-sucedida mas a recuperação é lenta e dolorosa. Médico espanhol é chamado às pressas para examinar, com isenção, o comandante. Ao término profere uma frase enigmática: "El comandante no tiene cancro".

14 de outubro de 2007: Castro aparece pela primeira vez, ao vivo, depois de longos meses de convalescença, em programa de TV de seu filho venezuelano, o pequeno Fidel. Suas únicas e enigmáticas palavras são "Я не имею рак".

21 de outubro de 2007: Castro, o Fidel, reaparece durantes as eleições. Votou e declarou que "soy las elecciones de Cuba". Aos 81 anos ainda apresenta o vigor e punjança de um adolescente.

17 de dezembro de 2007: Pela primeira vez Castro, o Fidel, admite que existe uma possibilidade ínfima de se afastar do poder em Cuba. "Muchos países necesitan mi dirección", disse impávido colosso em transmissão ao vivo pela TV.

16 de janeiro de 2008: Castro, o Fidel, admite que não tem mais condições de discursar em público. "Mis discursos son generalmente cortos. No tendría qué a decir sobre menos de 5 horas. La comprensión de mis palabras en tan poca hora sería imposible", lamentou desconsolado.

30 de janeiro de 2008: Apesar de estar há um ano e meio longe do seu amado público Castro, o Fidel, foi reeleito para o parlamento cubano com 98,2% dos votos válidos em seu distrito de origem. Mas Castro, o Raul, foi melhor, 99,3%. "Nosostros somos felices", comemorou.

18 de fevereiro de 2008: Após muito relutar, Castro, o Fidel, renunciou ao cargo máximo do poder cubano em favor de seu irmão. Em um simples discurso de 3 horas e meia concluiu: "El tiempo pasa, el tiempo vuela y el ahorro del fidel continúa en buen termo".

Agosto de 2010: Castro, o Raúl, com a concordância de Fidel, permite que os cubanos tenham atividades econômicas, liberando uma lista com mais de 178 atividades. A indústria de carroças cresce 345,64%. "Debemos desarrollar las actividades económicas que aportan riqueza a nuestra ciudadanos socialistas", declarou Castro, o Fidel, em pronunciamento de 8 horas. Um recorde.

18 de abril de 2011: Fidel renuncia, mais uma vez, ao comando do barco bolivariano em Cuba. Em pronunciamento curto, de 5 horas, declarou: "Santo Tomé negó a Jesús Cristo tres veces. Sólo estoy en mi segunda vez."

16 de outubro de 2012: Fidel é anunciado morto. "Rei muerto, Rei puesto!!!", bradaram seus seguidores fiéis. Mas não há confirmações, apenas boatos, um dos quais diz que ele teria morte cerebral. Mas não há desmentidos, nem uma aparição pública para um rápido pronunciamento de 3 horas. O indício mais forte vem da própria Cuba. Com a falta de materiais para construção de barcos exóticos, devido ao embargo assassino das autoridades mundiais, o governo cubano Castrista, pois não há outro, liberou que seus cidadãos possam viajar ao exterior sem necessidade de vistos e autorizações. "Si los enemigos del Estado democrático de derecho quieren abandonar el país debe hacer a su costa no del pueblo cubano", vociferou, apoplético, uma autoridade aduaneira.

01 de janeiro de 2597: Morre Castro, o Fidel, depois de longa agonia. Castro, o Raúl, finalmente assume o governo, agora em definitivo. Na América Latrina, Hugo "O Pequeno Fidel" Chávez XXIII incorpora o espírito do avançado ídolo e pai falecido.

Uma homenagem de Glênio Gangorra, dos Jegues Vermelhos.

quarta-feira, outubro 10, 2012

Há pouco mais de 7 anos começava um dos mais escabrosos escândalos políticos já registrados no Brasil. Não que a prática fosse nova. Não era, tinha o DNA das oligarquias que imperavam no país há séculos. Mas por quê raios dos infernos logo dessa vez dera errado. Simples, soberba somada com inépcia. Neófitos no desvio de dinheiro público a camarilha petista, eleita democraticamente, se vira no direito divino e absoluto de meter a mão. "Todo mundo roubou por que não eu?", declaravam em alto e bom som.

Começou então uma guerra, onde a petezada crédula apontava o dedo para quem não concordava com seus delírios e não aceitavam o São Lula como salvador. Durou 7 anos, terminou hoje.

Agora a camarilha, que se locupletou e se fodeu de verde, amarelo, azul e branco, esperneia. É um direito deles.

Mas não esqueçam cambada de filhos da puta, filhos dos outros filhos da puta que vos criaram, que a maioria esmagadora dos supremos juízes foram indicados por seu deus de barro. Tirando o tofolli, um pobre coitado, todos tiveram a decência de fazer o que os seus patronos fizeram quando aboletados no poder: Agora que estou aqui, fodam-se!!

Esta é uma pequena homenagem a tantos que combateram a boa luta.

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