sexta-feira, dezembro 14, 2012


Há mais semelhanças entre Inácios do que supõem nossa vã filosofia.

O Santo Inácio católico, o Loyola, foi injustamente acusado pela inquisição, se desdobrando em provar sua inocência e blindado por seus seguidores e apoiado pelo Papa da época. Antes iletrado, se alfabetizou e iniciou-se nos mistérios dos livros. Depois de algumas andança juntaram-se a ele três companheiros, que anos depois se tornaram seis e então veio a fundação da Companhia de Jesus. A vida do Inácio católico sempre foi cercada de suspeitas. Sua aparência andrajosa deixava-o sob suspeição sendo inclusive preso por algum tempo.
Foi de suam importância durante a Reforma Católica que, entre outras medidas bacanas , promoveu a retomada do Tribunal do Santo Ofício (inquisição), a criação do Index Librorum Prohibitorum (relação de livros proibidos pela Igreja) e o incentivo à catequese dos povos do Novo Mundo, pacificamente por certo.

Já o Inácio brasileiro, gentilmente apelidado de “Santo Inácio do Não Sei de Nada”, nunca sabe de coisa alguma e se sente apedrejado, injustiçado e martirizado. Seus companheiros são uns ingratos que não perdem a oportunidade de apunhala-lo pelas costas. Mesmo assim é blindado pela camarilha de puxa-sacos e pelos fiéis seguidores de suas doutrinas dúbias e sem sentido. E também pela Papisa.

Viva o Brasil.

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