sexta-feira, junho 01, 2012


“A sua liberdade de protestar, espernear e dar o rabo acaba quando começa o meu direito de te processar, justa ou injustamente, não importa quais sejam suas reivindicações, legais ou não”, citação húngaro-céltica.

“Tu tens a tua religião, eu tenho a minha”, provérbio árabe.

“Em igualdades de condições uma vadia vai mais longe que um vadio”, Einstein.



Li, intrigado, a polêmica ao redor de uma tal “marcha das vadias”, ilustrada por uma imagem horrorosa e de mau gosto de uma sujeita com os peitos batendo no umbigo. Se entendi bem elas protestavam contra a violência sofrida pelas mulheres (imagino eu, da vida) e pela liberdade de fazer o que bem entender com o corpo. Até aí não vi nada demais. O que me surpreendeu foi a tara com que algumas das manifestantes invadiu uma igreja. Pergunto: Por que caraleos invadiram uma igreja? A Igreja católica, como muitas religiões se não sua totalidade, condenam, de alguma forma, o aborto. Se você é praticante de alguma religião e decide abortar, ou fazer o que quiser que vá contra as leis de sua igreja, é uma decisão de foro íntimo. O tal livre arbítrio. Depois se entendam com o altíssimo. Agora invadir, com as peitucinhas balouçantes, uma missa para "marcar posição" é de uma idiotice sem tamanho, bem fez a PM que despejou litros de pimenta. 

O que é de deixar indignado é que estas mesmas pessoas que fazem esse escarcéu, marchando ou atirando pedras, não mexem uma palha contra a corrupção e assistem, impávidos colossos, a marcha daqueles vadios que habitam a pocilga nacional e se arvoram de repre$entante$ do povo.


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