sábado, julho 30, 2011

A cultura de "cotizar" qualquer coisa no Brasil está chegando ao ridículo. Ridículo e com potencial para desviar recursos. O que antes atingia somente o "bom" funcionamento do governo e o nível escolar nas universidades públicas agora se alastra. Um projeto de lei prevê que, pasmem, 10% das verbas publicitárias oficiais sejam distribuídas a jornais regionais, de bairro, jornais associativos (e imagino que sindicais também) e até blogs. Não pensem que é só daqueles projetos inúteis que nossos repre$entante$ costumam jogar na mídia para se promoverem. A coisa está encaminhada.

Não tem nada demais um ministro do supremo ser amigão de um advogado, que por sua vez pagou as despesas de viagem do referido ministro, que por sua vez julga processos onde o advogado defende uma das partes.

Não tem nada demais $enadore$, dePUTadO$ e familiares terem negócios com o governo.

E por último, apareceu um acólito da seita Palloci, o mago da multiplicação do capital, de geração de renda. O sujeito que matou, com seu porsche, uma advogada em São Paulo ganha R$ 1 mil por mês. Tem apartamento avaliado em R$ 800 mil e o tal bólido esportivo. Isso é mágica!!

sexta-feira, julho 22, 2011

Mais uma evidência evidente de que a casta político-judiciária-executiva, que está encastelada no "pudê", pensa que só existem eles nessas plagas.

O ministro Toffoli viajou, particularmente e, supostamente, à expensas próprias, como convidado do casamento de um "adevogado", que é o defensor em duas causas em que o ministro é relator. Não é estranho?

quinta-feira, julho 21, 2011

Muito se fala da dicotomia social que existe no Brasil. Aliás, dicotomia esta que motivou a inclusão de milhões de brasileiros na classe devedora de carnê, cheque especial, consignação e outras formas demoníacas de estourar nosso orçamento.

Mas estou divagando.

Quem acompanha como eu, de forma isenta, o noticiário político conclui que existem dois Brasis. No primeiro vivemos nós, assolados pelas obrigações e deveres de cidadãos e com poucos direitos garantidos, aliás, nenhum direito. O segundo Brasil é dos políticos. A desenvoltura com que eles tratam das venalidades e fisiologismos, dos trocas-trocas, da roubalheira é tal que parece que só essa raça existe no Brasil. E suas desculpas esfarrapadas, para justificar as bandalheiras, são puro deboche. Eles são os homens brancos. Nós somos os índios que nos satisfazemos com algumas quinquilharias que jogam em nossos pés.

Não é possível que a presidanta aguente isso sem ter um mínimo de vergonha.

Aao invés de se mobilizarem para acabar com essa distorção, o povo fica preocupado, e vociferando, a respeito de quem casa com quem e com quem dá o rabo pra quem.

VTNC.

quarta-feira, julho 13, 2011

Com o rolo no ministério dos transportes, e a embaraçosa saia-justa, resultado dos dois depoimentos do "em férias" Pagot, o que me salta aos olhos é a total incapacidade da presidanta em governar por meios próprios.

O que se viu ao final da palhaçada foi o "em férias" sendo adulado por $enadore$ e dePUTadOS. Todos felizes e faceiros. O significado disso tudo é que tem mais gente com o rabo preso do que se imagina e que, se abrirem o balaio, a penca de caranguejos que sairá será interminável.

E a presidanta será refém, da base "aliada" e de seus ímpetos. Sem contar, é claro, que foi desacatada por um subalterno.

Até quando?


terça-feira, julho 12, 2011

O Brasil é um país tão peculiar que até para implantar uma malha ferroviária, coisa que faz muito sentido considerando nossas dimensões continentais, segue-se por vias tortas. Não que um trem-bala entre São Paulo e Rio não seja necessário, mas sim a maneira com que este tipo de processo corre.

Todos os "players" dizem que o orçamento previsto é insuficiente. "Não há como construir um trem-bala por R$ 33 bilhões, só a comissão do ministério consome 20% do montante. A esperança é que os aditivos contratuais possam suprir a diferença, mesmo que seja acima dos 25% previstos em lei", disse um alto executivo do setor, que preferiu permanecer anônimo.

E assim caminha o Brasil. Ao invés de ferrovias/hidrovias levando nossa produção agrícola para os portos, temos estradas esburacadas e milhares de caminhões entupindo-as. Ao invés do trem-bala, teremos o trem-espoleta, que fará muito barulho por nada.

quarta-feira, julho 06, 2011

Para "espanto" do país, o filho do ministro dos transportes, que está no cargo há 8 anos, cresceu inacreditáveis 89.000%, repito por extenso, oitenta e nove MIL porcento, em 5 anos.

Não estou espantado. O referido ministro é amigo pessoal de lula, que como se sabe tem um filho que é um gênio da administração financeira e empresarial. O que me espanta é que só agora tudo isso venha à tona.

Historicamente o ministério dos transportes sempre foi uma fonte inesgotável de recursos. Desde que me entendo por gente ouço falar em falcatruas na pasta. Minha teoria, por só agora ter batido a merda no ventilador, é que o Partido Me Dei Bem quer avançar (ou recuperar a influência) sobre tamanha montanha de dinheiro.

O que não é possível é que caia a cópula do ministério, aspones pessoais inclusos, e o cabeção não seja rifado. Muito menos faz sentido que o próprio ministro seja responsável pela comissão que vai investigar e apurar a roubalheira.

A conferir.

Pesquisadores britânicos, no caso pesquisadoras, alertam para o uso de vibradores e outros acessórios para brincadeiras sexuais feitos de ftalato, grupo de compostos químicos derivados do ácido ftálico (não confundir com ácido fálico), utilizados como aditivos para deixar o plástico mais maleável.

O uso contínuo e indiscriminado pode causar. além do prazer para sua proprietária, danos no sistema endócrino, conjunto de glândulas que apresentam como atividade característica a produção de secreções denominadas hormônios, inclusive os hormônios ligados ao desejo e atividade sexuais.

Em resumo, quanto mais prazer se tem do brinquedo, menos prazer se terá.

Este é um alerta do serviço de utilidade púbica Jus Indignatus.

segunda-feira, julho 04, 2011

Ouvi na CBN, a rádio que toca notícia, que entra em vigor uma nova revisão na lei penal que modifica o tratamento para crimes leves. Crimes cuja pena sejam inferiores a 4 anos não terão mais o famoso pedido de prisão preventiva, esse escárnio com a sociedade brasileira.

Com isso a justissia irá ter menos trabalho, os processos serão agilizados (ahahahaha), as cadeias não ficarão cheias e outras vantagens.

Como sou obtuso, entendo também que isso vale para todos os crimes, inclusive os de colarinho branco.

Não acho que é certo prender preventivamente um sujeito que roubou uma galinha. A justissia deveria era ter vergonha na cara e julgar logo, punindo o infrator com penas sócio-educativas ou outra baboseira qualquer. O que não é certo é a lei ser branda com uns filhos da puta que se encastelam em gabinetes políticos e se valerão deste arrego para continuarem aprontando.

Intrigante: Não li uma linha disso na mídia. Só ouvi com esses ouvidos que a terra há de comer pelas beiradas.

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