quinta-feira, fevereiro 25, 2010

E não é que o Hank ressucitou-se a si próprio? Ele, juntamente com o meu primo Antônio Rayol e o perfeito Ilton Dellandréa, é o (ir)responsável pela minha caminhada no mundo blogueiro.

Welcome Hank, mas não se empolgue, não conheço esse tal de Wel.

terça-feira, fevereiro 23, 2010

Como os cabides estão cheios e quem tinha que mamar no PAC já mamou, o governo federal, em um brilhante insight tecnológico, resolveu ressuscitar a antiga e altamente eficiente Telebrás. Mas essa nova empreitada já nasce, como tudo no Brasil, com o pé na lama. A Folha publicou que a criação da nova empresa supostamente beneficiaria um cliente de José Dirceu, o que se foi sem nunca ter-se ido. Ele, como todo político, lobista e afins, nega de pé junto e declarou, peremptório, que o "imbroglio" envolvendo a Eletronet, empresa adquirida pelo seu cliente por módicos R$ 1 real, é de responsabilidade da justissia brasileña e que nem ele pode interferir nos rumos do processo. "Na reorganização da Telebrás, os credores, os proprietários da Eletronet e o governo federal terão que responder pelos passivos e ativos da Eletronet. E cada um poderá ser prejudicado ou beneficiado".

Eu já sei para onde irão os ativos e quem será o passivo nessa história.

sábado, fevereiro 20, 2010

Neste final de semana acontece o 4º Congresso Nacional do PT, que muitos sabem é um zoológico. Como quem não sabe comer mel quando come se lambuza, e isso vem acontecendo desde o início do (des)governo petista, resolveram radicalizar, lançando um pragmático programa social (do ponto de vista deles) para o projeto eleitoreiro daquela que não é "uma vaca de presépio".

"As mudanças pregam o combate ao monopólio dos meios de comunicação, cobrança de impostos sobre grandes fortunas, apoio incondicional ao polêmico Plano Nacional de Direitos Humanos e jornada de trabalho de 40 horas semanais sem redução do salário", (fonte O Estadão). Além disso, pretendem oficializar o "por fora de 20%", obrigar a indústria têxtil a fabricar cuecas folgadas e meias com bolsos (este último à pedido do DEM) para atender aqueles que não ficarão satisfeitos apenas com 20%, obrigar também que a indústria de plásticos desenvolvam tubos flexíveis para carregar pedras preciosas entre outras pérolas da corrupção extremista.

Lula, que sabe que conta com o apoio do empresariado que mama na teta do PAC e não declara fortuna e não está nem aí para fiscalização tributária, tenta amenizar o impacto negativo do programa petista. Um alto comissário declarou, em off, ao nosso comentarista político, Glênio Gangorra: "Não queremos criar marola nem queremos que o eleitor esclarecido tenha medo, queremos mais 8 anos, no mínimo, controlando o cofre. Todo partido tem seus loucos sonhadores".

Vem chumbo grosso.

quinta-feira, fevereiro 18, 2010



"Após traição flagrada por paparazzi, Paula Burlamaqui lamenta término do namoro"

Quando uma imagem vale mais que mil palavras senis ditas ao vento minuano.

Foto: Cleomir Tavares/Divulgação

segunda-feira, fevereiro 15, 2010



"Quando nem o cu de celebridade tem dono"
Cerveja Devassa

sábado, fevereiro 13, 2010

Se já não bastassem todas as redes sociais, de cunho social mesmo ou sexual. A Google resolveu recriar a roda e lançou uma engenhoca bisonha, o Google Buzz. Além de encher sua caixa de entrada com os comentários alheios feitos em posts que você comentou, ainda por cima as pessoas que já tinha começado a seguir voltaram a estar "inseguíveis". Como disse a Alline, estão querendo dominar o mundo? Achei que essa tarefa já tinha sido concluída pelo Bill Gates.

Sugestão Mr. Google: Ao invés de criar essa geringonça deveriam se associar com o Orkut (o criador, não a criatura) e tentar melhorar aquela bosta social. O Facebook é disparadamente melhor. #vtnc_google

Quem quiser desabilitar esta maravilhosa josta tente AQUI.

sábado, fevereiro 06, 2010

Se já não bastasse dominarem terras com dimensões extraordinárias, os índios afetados pela construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no leito do Rio Xingu, no Pará, prometem um banho de sangue. "Temo 4.000 guerreiros prontos pra lutá", declarou um belicoso cacique ao nosso especialista em assuntos indígenas, Glênio Gangorra.

Se fosse em terras de homens brancos essa usina seria construída, os habitantes afetados deslocados e foda-se. Mas como é com índio, ficam cheio de dedos. Na minha humilde opinião o governo deveria convocar as tropas, caso a coisa descambasse para a luta armada, e meter bala no cu de cada um desses espertalhões.

Mas tudo bem, não sou governo, sou um mero contribuinte. E os índios, sensatos, oferecem uma lista de reivindicações para não aguarem o chopp da dilma:

- Uma Pajero Full para cada membro índigena masculino;
- Uma eco esporte para cada membro feminino;
- Cada família deslocada deverá receber uma casa de dois andares e 450 metros de área construída contendo: 5 suites, TV LCD 52'' em cada cômodo, privadas, pias, chuveiros, laptops de última geração, energia solar, energia eólica, piscina e churrasqueira.
- O governo deverá construir uma universidade pública federal exclusiva, sendo os professores brancos com, no mínimo, PHD em suas áreas de atuação. Estes luminares deverão dormir em ocas;
- Criação de gado comunitária para abastecerem as churrasqueiras;
- Wet-n-Wild exclusivo;
- Campo de golfe;
- Marina às margens do lago da nova usina, sendo que cada família receberá uma lancha ou veleiro de 32 pés de acordo com sua vontade.

Nada mal.

Pelo twitter cheguei nesse artigo (pqp eu perdi o link do artigo!!!!). Huguito, o chapolim colorado, está sem freio, ladeira abaixo. Seu mentor é o mesmo sujeito que aconselhava a ditadura argh-entina, até onde eu sei. Para não ser apeado do poder quase aposto que ele vai arrumar um rolo com a Colômbia, talvez uma guerra.

A pergunta que me fiz, após refletir profundamente, foi: Será que o governo brasileiro continuaria apoiando o presidente da chavezlândia, se este entrasse um conflito franco com seu vizinho, em época de eleições com um resultado apertado?

A conferir.

quarta-feira, fevereiro 03, 2010

Como não consegue aplicar o dinheiro dos impostos, pagos por nós e pelas empresas, de forma correta e em benefício da sociedade, alguns idiotas tiveram a "brilhante" idéia de criar um projeto, onde as empresas seriam obrigadas a destinar 5% de seu lucro, para fins de participação dos trabalhadores nos resultados. Chamado do PPCOR, Plano Pimenta no Cu dos Outros é Refresco, tem apoio do governo, pelos motivos óbvios.

Estamos em ano eleitoreiro. Nada mais adequado do que propor algo absolutamente bizarro mas de forte cunho social, que não terá apoio de nenhum empresário sério e apoiado somente pelos que mamam nas tetas governamentais, e que não estão nem aí se forem espoliados em mais 5%.

A participação nos resultados de uma empresa é um benefício de cunho interno de cada uma delas.

Com a palavra os acionistas minoritários.

terça-feira, fevereiro 02, 2010

Na esteira do caos financeiro internacional, muitos países começaram a questionar os altos valores pagos em bônus aos "gestores" dos bancos. Por exemplo, pagar bônus aos executivos quando um banco quebra é bizarro, todos sabem disso. Mas o que não vi, e nisso concordo (blargh raulllll cuspe cuspe) com o Mantegna, é algum país modificando a sua legislação para coibir as operações pirotécnicas e de alta volatilidade, que desencadearam aquela cagada. Nunca pensei que um banco achasse saudável emprestar para caloteiros. E isso era a prática que levou ao "the chaos".

Seguindo a manada, o BC brasileiro, demagogicamente, colocou, em audiência pública, uma proposta de redução dos ganhos dos banqueiros. Isso, no mínimo, é bisonho. Deveriam sim propor algo que limitasse a exposição das instituições financeiras, e toda a sociedade, às operações de alto risco.

Não esqueçam que o Barings inglês quebrou porque um operador ganancioso realizou uma complexa e alavancadíssima operação derivativa nos mercados futuros de soja, ouro, algodão, cuspe de vaca e miolo de escargot.

Leiam a versão regulamentar AQUI.

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