terça-feira, novembro 09, 2010

O ministro da (des)educação está tentando explicar o inexplicável. Primeiro um contrato de mais de R$ 68 milhões deveria ter olhos de águia em cima, e não olhos de urubu.

Segundo, auditar a matriz das provas é de uma estupidez ímpar. Novamente, em um contrato de mais de R$ 68 milhões, no mínimo, o MEC deveria auditar as provas por amostragem. Tenho certeza que encontrariam pelo menos uma prova errada.

E, por último, um sujeito que tem orgulho de ser semi-analfabeto declarar que não vê nada demais na cagada que fizeram é ridículo.

Descaso, incompetência, avidez.

VTNC.

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