segunda-feira, outubro 04, 2010

Volta e meia tenho que ser lembrado da existência desse ser a quem deram, no bom sentido, o título de "mago", o tal de Paulo Coelho, ou Coelha, dependendo da orientação de quem olha. Considerando que ele transforma merda em dinheiro, tenho que concordar.

O que me chamou a atenção é que ele acredita piamente que seus críticos e o invejam, "Eles queriam ser Paulo Coelho", declarou em heróico brado retumbante. Quando se chega onde chegou é de se esperar que seja egomaníaco, egocêntrico ou o que quer que seja. Mas será que um crítico, e incluo a mim mesmo nesse rol, apesar de não ser literato e NUNCA ter lido mais que uma página das baboseiras que escreve, realmente o invejam? Ou apenas vêem, por trás das brumas de avalon, o embusteiro que ele é, despejando baboseiras pseudo-esotéricas nos ouvidos e olhos dos incautos e ingênuos? Vou um pouco além, um cara que confessou que entubou uma brachola 3 vezes, para ver se gostava ou não de sentir bafo na nuca e morder travesseiro, dizer que não é gay, faz favor. (antes que os patrulheiros de plantão me encham o saco, não sou homofóbico e acredito que a opção sexual de cada um é opção de cada um, doa o rabo onde doer, o ponto aqui é a bizarrice dos extensos e profundos testes que ele fez)

Como todos sabem criei um personagem, o mago esotérico-oportunista Heitor Caolho, fundador e presidente perpétuo da Hector Herreeye Foundation, que com seus conselhos dicotômicos me provou que a cada dia encontramos otários dispostos a se embebedarem com o uísque paraguaio que ofertamos. Só para terem uma idéia, mais de 20 pessoas achavam que ele era real, até que eu, por caridade, contei a verdade (sim, eu vou pro céu, um dia, espero).

Um povo que elege o Tiririca, o garotinho, o crivella, o romário, o bebeto e mais uma miríade de personalidades para atuarem como seus repre$entante$, compra qualquer porcaria. O seu sucesso, "seo" Coelha, não advém de sua cultura, sua liderança e sua vivência. Vem da estupidez humana, que sempre precisará de ídolos, mesmo os falsos.

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