quinta-feira, junho 17, 2010

Ainda não percebi a utilidade do tal estatuto aprovado ontem. Na minha modesta opinião é o mesmo que dizer que os afro-brasileiros são, perante a lei, cidadãos de segunda categoria. O que é bizarro.


Pontos polêmicos foram suprimidos, como por exemplo, o trecho que tratava de reserva de vagas para negros em partidos políticos e o que estabelecia políticas específicas de saúde para a população negra. Não entendo, que tipo de política específica seria tão diferente para negros e brancos? O SUS é uma merda para qualquer cor. Ou estariam implantando uma política de "furar a fila"?

Em resumo, antes de pregar a igualdade está sim apontando as desigualdades. E pobre não tem cor. Ou tem?

Copyright 2010 Jus Indignatus por Ricardo Rayol*template e layout layla*
Clicky Web Analytics