sábado, fevereiro 06, 2010

Se já não bastasse dominarem terras com dimensões extraordinárias, os índios afetados pela construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no leito do Rio Xingu, no Pará, prometem um banho de sangue. "Temo 4.000 guerreiros prontos pra lutá", declarou um belicoso cacique ao nosso especialista em assuntos indígenas, Glênio Gangorra.

Se fosse em terras de homens brancos essa usina seria construída, os habitantes afetados deslocados e foda-se. Mas como é com índio, ficam cheio de dedos. Na minha humilde opinião o governo deveria convocar as tropas, caso a coisa descambasse para a luta armada, e meter bala no cu de cada um desses espertalhões.

Mas tudo bem, não sou governo, sou um mero contribuinte. E os índios, sensatos, oferecem uma lista de reivindicações para não aguarem o chopp da dilma:

- Uma Pajero Full para cada membro índigena masculino;
- Uma eco esporte para cada membro feminino;
- Cada família deslocada deverá receber uma casa de dois andares e 450 metros de área construída contendo: 5 suites, TV LCD 52'' em cada cômodo, privadas, pias, chuveiros, laptops de última geração, energia solar, energia eólica, piscina e churrasqueira.
- O governo deverá construir uma universidade pública federal exclusiva, sendo os professores brancos com, no mínimo, PHD em suas áreas de atuação. Estes luminares deverão dormir em ocas;
- Criação de gado comunitária para abastecerem as churrasqueiras;
- Wet-n-Wild exclusivo;
- Campo de golfe;
- Marina às margens do lago da nova usina, sendo que cada família receberá uma lancha ou veleiro de 32 pés de acordo com sua vontade.

Nada mal.

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