sábado, fevereiro 20, 2010

Neste final de semana acontece o 4º Congresso Nacional do PT, que muitos sabem é um zoológico. Como quem não sabe comer mel quando come se lambuza, e isso vem acontecendo desde o início do (des)governo petista, resolveram radicalizar, lançando um pragmático programa social (do ponto de vista deles) para o projeto eleitoreiro daquela que não é "uma vaca de presépio".

"As mudanças pregam o combate ao monopólio dos meios de comunicação, cobrança de impostos sobre grandes fortunas, apoio incondicional ao polêmico Plano Nacional de Direitos Humanos e jornada de trabalho de 40 horas semanais sem redução do salário", (fonte O Estadão). Além disso, pretendem oficializar o "por fora de 20%", obrigar a indústria têxtil a fabricar cuecas folgadas e meias com bolsos (este último à pedido do DEM) para atender aqueles que não ficarão satisfeitos apenas com 20%, obrigar também que a indústria de plásticos desenvolvam tubos flexíveis para carregar pedras preciosas entre outras pérolas da corrupção extremista.

Lula, que sabe que conta com o apoio do empresariado que mama na teta do PAC e não declara fortuna e não está nem aí para fiscalização tributária, tenta amenizar o impacto negativo do programa petista. Um alto comissário declarou, em off, ao nosso comentarista político, Glênio Gangorra: "Não queremos criar marola nem queremos que o eleitor esclarecido tenha medo, queremos mais 8 anos, no mínimo, controlando o cofre. Todo partido tem seus loucos sonhadores".

Vem chumbo grosso.

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