terça-feira, fevereiro 02, 2010

Na esteira do caos financeiro internacional, muitos países começaram a questionar os altos valores pagos em bônus aos "gestores" dos bancos. Por exemplo, pagar bônus aos executivos quando um banco quebra é bizarro, todos sabem disso. Mas o que não vi, e nisso concordo (blargh raulllll cuspe cuspe) com o Mantegna, é algum país modificando a sua legislação para coibir as operações pirotécnicas e de alta volatilidade, que desencadearam aquela cagada. Nunca pensei que um banco achasse saudável emprestar para caloteiros. E isso era a prática que levou ao "the chaos".

Seguindo a manada, o BC brasileiro, demagogicamente, colocou, em audiência pública, uma proposta de redução dos ganhos dos banqueiros. Isso, no mínimo, é bisonho. Deveriam sim propor algo que limitasse a exposição das instituições financeiras, e toda a sociedade, às operações de alto risco.

Não esqueçam que o Barings inglês quebrou porque um operador ganancioso realizou uma complexa e alavancadíssima operação derivativa nos mercados futuros de soja, ouro, algodão, cuspe de vaca e miolo de escargot.

Leiam a versão regulamentar AQUI.

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