terça-feira, fevereiro 23, 2010

Como os cabides estão cheios e quem tinha que mamar no PAC já mamou, o governo federal, em um brilhante insight tecnológico, resolveu ressuscitar a antiga e altamente eficiente Telebrás. Mas essa nova empreitada já nasce, como tudo no Brasil, com o pé na lama. A Folha publicou que a criação da nova empresa supostamente beneficiaria um cliente de José Dirceu, o que se foi sem nunca ter-se ido. Ele, como todo político, lobista e afins, nega de pé junto e declarou, peremptório, que o "imbroglio" envolvendo a Eletronet, empresa adquirida pelo seu cliente por módicos R$ 1 real, é de responsabilidade da justissia brasileña e que nem ele pode interferir nos rumos do processo. "Na reorganização da Telebrás, os credores, os proprietários da Eletronet e o governo federal terão que responder pelos passivos e ativos da Eletronet. E cada um poderá ser prejudicado ou beneficiado".

Eu já sei para onde irão os ativos e quem será o passivo nessa história.

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