sábado, janeiro 09, 2010

Dentro de pouco mais de 2 anos e meio o mundo como conhecemos irá acabar. Essa é a previsão de antigos sábios maias. Com esse gancho foi produzido um filme mostrando o inferno que nos aguarda.

O que acaba com o filme é a mania que cinestas de filmes catástrofe tem em exagerar. Por exemplo, uma limusine é mais carro que o Aston Martin do James Bond. O protagonista é "imorrível", uma combinação de Die Hard, Lethal Weapon e Terminator. Os clichês são de irritar. Um assunto relativamente sério, se você acredita em profecias maias, é quase uma comédia. Simbolismos obscuros estão por todo o filme, como o porta-aviões sendo arremessado na Casa Branca e adúlteros morrendo, além de bilionários comprando suas passagens a peso de euros. Outra idiotice: A cena de mimosos elefantes, girafas e rinocerontes sendo transportados para as arcas. Não vi um retro-escavadeira, um trator, uma colheitadeira. Não vi máquinas que fazem máquinas. Nem matéria-prima para produzir um único prego.

Como sempre a ironia. A África será a terra prometida, se é que os povos chegados em massacres e genocídios foram exterminados pela hecatômbica profecia.

Não se sabe qual o destino de bilhões de toneladas de produtos químicos.

Mas a verdade é muito mais sinistra. Nosso especialista esotérico oportunista, Heitor Caolho, em suas andanças pelos rincões da humanidade como consultor das mais altas autoridades políticas e personalidades empresariais, descobriu que a crise financeira mundial nada mais foi do que um engodo para que os governos ricos pudessem transferir, sem alarmar a população, vastos recursos para a construção das tais arcas de noé.

A conferir.

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