sábado, setembro 19, 2009

Para o presidente do STF, Gilmar Mendes, condenação não é motivo para recusar Toffoli, o "adevogado"-geral da união. Glênio Gangorra comenta: "No fundo ele tem razão, em todos os poderes, em todas as instâncias, temos elementos eleitos, indicados e apadrinhados. A esmagadora maioria com dívidas com o fisco ou a justiça comum. Por que não no STF? O supremo não é supremo. Afinal, o que são meros R$ 400 mil? Pelo ponto de vista fisiológico e venal esse sujeito indicado até que é um pobre e inocente coitado. Tenho certeza que ele e seus sócios poderiam ter metido a mão em milhões e não milhares".

Pois é.

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