terça-feira, junho 09, 2009

Além do sistema de castas, modelo de segregação social profundamente democrática, e dos banhos ritualísticos no rio Ghanges, recheado de cadaveres e que os os indianos acham a maior dádiva divina, também existem fórmulas exóticas e criativas, para combater certas doenças e a falta de acesso do povo indiano a um sistema de saúde saudável.

Um antigo guru, do século XIX, deixou, como herança, receita para a cura da asma: a ingestão de um pequeno peixe vivo, entupido de ervas não-divulgadas que, ao bater no estômago, sobreviveria por 15 minutos, liberando as supra-citadas ervas, limpando assim os pulmões. A anatomia indiana permite que coisas ingeridas, ao invés de inaladas, sejam absorvidas pelos pulmões.

O Mago Heitor Caolho, líder espiritual do esoterismo oportunista e profundo estudioso de práticas milenares, comenta: "Em verdade vos digo, 'o apressado como cru mas cura-se'. Ao deixar essa prática medicinal como herança cármica o guru Paramartha Pankaj Trilochana seguiu as orientações do divino oportunista. É sabido por todos que essa prática já tem 157 anos, sendo tratados quase 10 milhões de pessoas na região. Contando que cada tratamento rende, em média, 23 rúpias, os herdeiros estão muito bem posicionados na escala social daquele maravilhoso país."

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