terça-feira, maio 19, 2009

Menos de um ano depois a população de Floripa enfrenta sua segunda greve de ônibus. Na pauta várias reinvidicações. Não vou entrar no mérito, afinal pode mais quem chora mais.

Mas quem não pode chorar é o cidadão. Com a choradeira de empresários e trabalhadores quem irá pagar a conta, como sempre, é o contribuinte. E o trânsito só piora. Sai mais barato ir de carro do que transporte coletivo.

Mas isso é um mero detalhe.

O que está em jogo, na minha opinião, não são só direitos obscuros de trabalhadores. Essa greve, e o virtual aumento das tarifas de ônibus, vai minar as intenções de Dário Berger, pré ou pós-candidato ao governo de Santa Catarina pelo Partido Me Dei Bem. Afinal, o PT está de olho no Palácio da Agronômica faz tempo.

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