quinta-feira, abril 23, 2009

"Não podemos ser violentados em nosso direito, inalienável e divino, às benesses e mamatas do cargo que exercemos. A pressão do eleitor é ilegítima. Não fizemos nada de errado, apenas seguimos estritamente a cartilha de regras ora em vigor", declarou um nobre repre$entante do povo, que não quis se identificar, ao nosso correspondente político, Glênio Gangorra.

Fico imaginando quem seriam os cara-de-pau que ainda esperneiam.

VTNC.

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