terça-feira, abril 28, 2009

Eleições são um campo de batalha onde guerreiros se enfrentam pelo direito de comandar uma cidade, um estado um país. Cabe a nós, eleitores, fazer com que esse vencedor comande de acordo com nossas aspirações. Então, de olho no pleito de 2010 e na combalida candidata do governo, o Jus Indignatus lança, com coragem e temperança, o candidato ideal para governar a todos os brasileiros com galhardia e honestidade.

Walter Carrilho 2010, esse sim é o cara!!



A biografia de um vencedor

Walter Alcides da Rosa Carrilho nasceu pobre, feio, analfabeto e na periferia da cidade de São Paulo. Caçula de uma família de 15 irmãos, desde cedo mostrou-se um brasileiro diferente. Aos 4 anos já escrevia no jornal do bairro onde morava, algo inovador considerando o semi-analfabetismo que assolava as classes menos favorecidas. Seus artigos, indignados, chamaram a atenção da mídia, do MDB e do DOPS. Aos 6 anos teve uma conversa séria com interrogadores deste órgão democrático da manutenção da ordem, surpreendendo-os com sua lucidez e lógicas brilhantes e livrando-se do pau-de-arara. Ao sair das dependências do DOPS, Ulisses Guimarães tomou-o como aprendiz, ensinando todas as artimanhas políticas. Aos 11 anos foi estudar, às expensas do seu mentor, na Universidade de Oxford, Estados Unidos, conquistando o primeiro lugar no curso de política e economia. Aos 12 cursou seu primeiro mestrado, em gestão pública. Aos 18 anos, já com 6 mestrados e um doutorado, retornou ao Brasil. Articulou o processo de anistia “ampla, geral e irrestrita”, sendo o responsável pelo retorno de vários exilados, entre eles Caetano Veloso. Como democrata convicto lutou pelas “Diretas Já”, articulando, brilhantemente, a aproximação entre Tancredo Neves e José Sarney. Com essa manobra foi escolhido como um dos principais assessores dos representantes do Brasil na ONU onde, com sua sabedoria e bom-senso, foi guindado ao cargo de assessor extraordinário do Conselho de Segurança. Ao voltar ao Brasil, procurou trabalhar nos bastidores, sempre à sombra do seu mentor, até a sua morte, do mentor não a dele. Com o misterioso passamento de Ulisses Guimarães começou a assessorar os principais políticos nacionais de renome. Desenhou, juntamente com colegas economistas liberais, a saída do processo hiper-inflacionário, que ficou conhecida como plano Real. Aos 25 anos formou-se em direito constitucional. Aos 27 foi nomeado embaixador na República Democrática da China, articulando o encontro de diversas personalidades políticas ocidentais com aquele governo. Graças à sua origem humilde, foi nomeado o principal interlocutor do governo junto aos sindicatos, negociando importantes acordos trabalhistas.

Fundou, em 2005, o Partido Libertário do Povo Democrático Brasileiro. Foi traído, porém, por seus antigos correligionários que preferiram apoiar um político desconhecido nas eleições de 2008. Voltou então a lecionar, uma paixão que sempre o acompanhou. Foi convidado, pela 25ª vez a ser professor visitante em Harvard, onde costumava compartilhar seu conhecimento da América Latina com o então professor Barack Obama.

Com vistas ao pleito presidencial de 2010 está fazendo o que ninguém teve coragem, articular os principais partidos políticos brasileiros para colocar o Brasil verdadeiro nos trilhos, sem medo de ser rotulado como oportunista sem alma.

Juntem-se a nós, nessa cruzada pela moralização da coisa pública.



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