quarta-feira, março 25, 2009

Hoje seria lançado o pacote de construção habitacional popular patrocinado pelo governo brasileiro. Seria, não será mais. Como também seria no dia 31 de março. Também não o será. A data prevista é dia 13 de abril. "As datas de lançamento de projetos populares bolivarianos são emblemáticas. A escolha tem que representar algo muito forte para o ideário comunista. Por exemplo, a escolha do dia 25 de março seria uma homenagem ao grande comércio popular de São Paulo. Assim, a candidatura de José Serra seria esvaziada, torpedeada, e os capitalistas assassinos seriam prejudicados. O governo mudou então para o dia 31 de março, data de aniversário da 'revolução' militar de 1964. Seria um tapa de luva de pedreiro na cara daqueles que torturaram tantas pessoas engajadas no progresso do Brasil. Mas escolheram o dia 13 de abril por ser o número do PT, porque Dilma, que não está em campanha, é a mãe do PAC e porque abril é o mês da mentira", analisou com propriedade nosso correspondente Glênio Gangorra, especializado no movimento bolivariano do século XXI.

"Não cobrem nosso presidente, não sabemos ainda onde vamos construir esse mundaréu de casa e muito menos se vamos realmente terminar o que começamos", declarou um alto quadro do governo petista que não quis se identificar.

Em tempo: Serão R$ 60 bilhões colocados no projeto. E o governo ainda vai bancar a inadimplência das famílias com renda de até R$ 1.395. "Vinde a mim os caloteiros que deles é o banco central", regojizou-se um importante consultor religioso da esquerda bolivariana, ao nosso correspondente Glênio Gangorra.

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