sábado, fevereiro 28, 2009

"Os auditores serão muito bem-vindos. Queremos a maior abertura possível. Deveríamos até abrir um guichê e distribuir senha na fila formada por todos que hoje fazem auditoria aqui, para não causar tanto tumulto", Ricardo Gurgel Nogueira, diretor-financeiro da Fundação Real Grandeza.

"Não propiciaremos o devido serviço de água e saneamento aos habitantes de Santa Catarina. Precisamos, isto sim, é colaborar com os planos do governo federal em manter empregos, por isso é necessário o aumento de quase 10% nas tarifas de água, temos muitas bocas para alimentar", declarou um aspone, da CASAN, ao editor do Jus Indignatus.

A crise econômica está roendo a parte que cabe, dos tributos recolhidos pela Receita Federal, aos municípios. "A educação e a saúde pública municipais irão ser fortemente afetadas e nosso excelente nível de serviço, prestado à população, irá cair drasticamente", declarou um sub-secretário de um importante minicípio, que preferiu se manter no anonimato, ao nosso correspondente Glênio Gangorra.

Apesar de ter R$ 48 milhões em caixa, as obras para recuperação e prevenção de enchentes, na região da Pompeia, na Barra Funda e em Perdizes, na capital de São Paulo, não resultou em nenhuma obra. "Um absurdo, uma avacalhação com o trabalho sério que estamos fazendo. O vazamento do parque da aclimação, que resultou em milhões de litros jogados na rede pública, só pode ser escoado graças aos túneis modernos que construímos", declarou um sub-sub-sub secretário da sub-zona.

José Dirceu foi condenado a pagar os honorários de um perito contratado para "peritar" em uma ação popular que moveu -e perdeu- contra o governo Quércia. O valor atualizado é de R$ 120 mil. Sua casa será penhorada. "Nem por cima do cadáver dele", comentou um aspone dos adevogados que cuidam do caso, ao nosso especialista jurídico Glênio Gangorra. Comentário do nosso especialista: R$ 120 mil???? caralho!!

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