quinta-feira, novembro 20, 2008

Cientistas americanos, amparados por cientistas britânicos, bolivianos, peruanos e colombianos, divulgaram o resultado de um estudo feito com a maconha, a famosa canabis sativa. Nesse estudo ficou provado, cabalmente, que o uso moderado dessa substância alucinógena e proibida por lei federal pode combater inflamações crônicas no cérebro e que prejudicam a memória na velhice.

"O importante deste estudo é que a memória do usuário fica 100% preservada ao alcançar a idade avançada. Porém, não sabemos ainda que memória é essa, ou seja, em resumo, ele (o usuário) se lembra mas não sabemos exatamente o que", declarou, com exclusividade para o caderno de ciências do Jus Indignatus, o neurocirurgião PHD Gordon Hamanés, do Memorial Hospital University.

Com este estudo a maconha vem se juntar à cafeína, o álcool e a nicotina como substâncias benéficas ao ser humano enquanto idoso.

Informou Jus Indignatus.

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