quinta-feira, agosto 07, 2008


Como o STF julgou conivente que todo mundo é venal perante a lei e que se é inocente até descobrirem a senha da conta bancária, ficaria a cargo, da casa maior da pocilga, a tarefa de bloquear o acesso ao butim de pessoas com ficha corrida. Profecia profética Jus Indignatus: O $enado lavará as mãos no que diz respeito às normas de candidaturas.

Por falar em $enado, é de lá que saiu a bizarra idéia, transformada em projeto de lei, de blindar os escritórios de advogados, transformando-os em depósito de provas contra aqueles inocentes acima referenciados. O governo vetou em parte. Retirou o que diz respeito ao depósito. "O monopólio da arrecadação financeira oriunda de falcatruas e maracutaias é exclusiva dos poderes democráticos de direito do Brasil, é coisa pública, é coisa nossa. Não podemos deixar que esse benefício seja estendido à iniciativa privada", disse, com exclusividade ao Jus Indignatus, um importante aspone com trânsito nas altas esferas.

Até as algemas são agora objeto da sanha assassina de nossos magistrados. Um sujeito teve seu julgamento, por homicídio triplamente qualificado, anulado porque o desgraçado estava algemado, o que dificultou sua defesa (????). Agora, vão emitir seu parecer sobre o uso de algemas nas operações policiais. "Não fica bem na TV que nosso dirigentes apareçam com argolas de metal em seus punhos. O que irão pensar do Brasil?", argumentou, com exclusividade ao Jus Indignatus, um importante aspone e dublê de causídico.

E boa noite, Cinderela. Os meliantes, que assassinaram a freira no Pará, receberam indulto do dia dos pais. Vão passar em família por terem esse direito garantido em prostituição, digo, constituição, já que cumpriram 150 milionésimo da pena a que foram condenados Não é um direito mimoso esse? VTNC.

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