terça-feira, junho 03, 2008

Floripa é a ilha da magia, da tecnologia e hemorragia. Aqui se faz a mágica ilusionista. Uma ilha que atrai pelas belezas naturais que tem a maior exploração imobiliária do planeta. Onde um empreendimento é vendido como "ao lado" de uma praia badalada, mesmo estando há uns 10 bons quilometros. Onde a cesta básica sobe descaradamente. E sangramos para pagar as contas.

Aqui também é a casa da ponte Hercílio Luz, cartão postal da cidade, que está em reforma há mais de 40 anos. Eu, ingenuamente, achava que eram só 14. Quantas campanhas não há de ter, supostamente, sustentado? Quantas bocas ávidas, supostamente, não alimentou com seus vastos recursos? Quanto de grana ainda não irá rolar debaixo de seus arcos?

Outra característica marcante são os ciclones. Agora não se pode ventar um pouquinho que os tele-jornais alardeiam a catástrofe iminente. Nada como uma desgraça para render audiência. Isso é Floripa.

Ainda bem que aqui não é o Rio de Janeiro, terra da oitava maravilha do mundo moderno, monumento que para os que vivem de achacar os turistas, é a primeira maravilha. E das milícias.

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