quarta-feira, maio 28, 2008

Se já não bastassem os desvios do uso do dinheiro de nossos impostos, onde a educação, saude etc tem uma qualidade sofrível (para não falar uma bosta de merda do caralho), somos reféns das empresas particulares, que pululam suprindo o que o (des)governo deveria fornecer a preços de ocasião.

Se só assim fosse ainda dava para encarar, mas pagamos em duplicidade e o serviço é bem porco.

Hoje, em Florianópolis, faleceu um paciente, de 52 anos, que deveria receber um marca-passo. Morreu porque a Unimed daqui levou dois longos dias para liberar a autorização para a operação. A liberação foi às 16 horas, a morte no início desta tarde. Cruel.

Não entendo muito de saúde. Mas acredito que pelo menos, em casos visivelmente de urgência, os (supostos) filhos da puta dos (supostos) médicos que, supostamente, autorizam os procedimentos deveriam ter um pouco de bom senso e, ainda supostamente, priorizar os mais graves.

VTNC.

Espero que a família do falecido entre com um processo cavalar contra o plano de saúde.

uso de supostos por orientação de meus advogados.

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