domingo, fevereiro 24, 2008

Castro, o Raúl, único indicado para suceder Castro, o Fidel, foi eleito, indiretamente, como novo comandante da ilha caribenha de CUba.

Em um discurso de 7 horas e 32 minutos agradeceu o empenho de todos os CUbanos que o apoiaram nessa difícil missão. E anunciou, sem meias palavras, que continuará consultando o irmão Castro, o Fidel, para tomar as decisões sobre defesa nacional, desenvolvimento sócio-econômico e política externa.

Não é uma grande surpresa?

Em tempo: Li o seguinte início de artigo sobre a transição CUbana: "O peso geopolítico e econômico da ilha é pequeno neste início de século". Pequeno? É nenhum, zero, nada. O interesse naquele pedaço de terra, perdido no Caribe, se dá mais por interesse histórico-científico do que por importância geopolítica. Os únicos que acreditam que CUba vale alguma coisa são meia dúzia de idiotas, saudosistas de uma era impossível de se retornar. O que irá acontecer com CUba? Enquanto Fidel não morrer bem morrido, nada. Se Castro, o Raúl, tivesse peito já teria encaminhado reformas. Dependentes do petróleo chavista serão o baluarte, enquanto durarem os estoques, de um regime morto e enterrado.

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