quarta-feira, fevereiro 06, 2008

Continuando a saga dos cartões corporativos:

Uma funcionária da radiobrás, de nome Neide, gastou R$ 7.300,00, lançado na fatura deste ano. Todo ele saque em dinheiro.

Outro, de nome Paulo, do Fundo de Imprensa Nacional, sacou R$ 1.280,00 em grana e deixou R$ 195,00 em uma loja de aviamentos. (???????)

Mais um, de nome Marlucio, do IBGE da Bahia, sacou R$ 13.032,00. Foram 13 saques de R$ 1 mil e um módico de R$ 32,00.

E por último, mas não finalmente, o funcionário Jeovany, da FNS-MA, gastou, em um único dia, em dois estabelecimentos distintos, R$ 15.826,00. O intrigante é que não foram duas faturas, mas várias, de pequeno valor. Mas no mesmo dia, Watson?

Sim, é um exercício masoquista.

PQP.

Em tempo: Não só os gastos com cartões corporativos deve ser analisado. Uma olhada nos repasses federais para estados e municípios revela coisas bisonhas. Por exemplo, nada contra os GLBTSAEOC, mas por que R$ 250 mil, do imposto recolhido, foi parar numa associação de parada da diversidade, de Curitiba, a título de "Fomento a Grupos e Redes da Diversidade Cultural Brasileira". Eles precisam de estímulo???

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