sexta-feira, dezembro 14, 2007

Lula aprendeu uma palavra nova, extraordinário. Usou-a já duas vezes, uma na posse da presidenta argh-entina, em referência ao Evil Imorales e outra, ontem, ao se referir ao democrático governo bolivariano da chavezlandia. Essa palavra tem vários significados elogiosos e alguns nem tanto, terrível é um por exemplo.

Nunca deixo de me surpreender. Interessante como o conceito de democracia da esquerda é estranho. Não contesto a idéia que a justiça social se dará pela inclusão das camadas mais pobres no mercado de consumo. O que é uma escrotidão é venderem a idéia que isso se faz com políticas assistencialistas, comprovadamente furadas. Colocar o arroz com feijão na mesa do necessitado, ao invés de ensiná-lo a plantar, é bizarro. O pior que os idiotas aplaudem.

Reformulem as leis e os impostos. Aí sim verão uma real e sustentável inclusão social.

Por falar em impostos. Caiu a CPMF. Pedro Simon se queimou pela eternidade. Mas alguém aí acredita que os preços vão cair? Outra, lá atrás se falava em 5% de oneração decorrente desta bosta de imposto. Agora está em 2%.

Mantega esbravejou, bufou e quer derrubar o barraco. Seu discurso de ontem é de uma virulência boçal. Acusa, os que votaram contra, de acabar com a saúde no Brasil, como se ela já não estivesse morta e enterrada. E até onde eu sei, as propostas para aumentar o volume de recursos para o SUS só vieram no final. Baita papo pra boi dormir.

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