quinta-feira, setembro 06, 2007

Lula, em um dos seus contumazes arroubos incoerentes, disse que as pessoas deveriam ser tratadas igualmente e pediu julgamento igual para quem rouba "um bilhão" ou "um tostão". No entanto, defendeu o foro privilegiado para governadores e presidentes da República e questionou privilégios a diplomados.

Ora, nada mais justo. No país dos privilégios eu também quero ser inocentado igual a um ladrão de bilhões, caso caia em tentação e roube apenas alguns milhões. Mas por que não posso ter foro privilegiado? Por que não ter uma justissia específica para blogueiros esquizofrênicos? Tem culpa eu?

Um semi-analfabeto orgulhoso pode ter foro privilegiado caso desvie muita grana. Uma engenheira com pós-doutorado, que dá uns tapas na amante do marido, não.

Realmente o dicionário lulístico é bizarro.

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