domingo, agosto 12, 2007

Depois não sabem por que eu chamo de justissia. Um "adevogado" de Teresópolis pediu R$ 8,9 milhões numa ação de R$ 50 mil defendida contra o Banco do Brasil. Quase ganhou por um despacho de um desembargador. E aqueles que são eleitos para o STJ e STF, se transformando em paladinos e defensores dos direitos, civis e humanos, e bem-estar do cidadão, soltam as "vítimas" da sanha assassina da Polícia Federal, a gestapo brasileira, como dizem alguns. E como pilares dos direitos humanos despacham rapidamente pobres, e perigosíssimos, boxeadores para o pau-de-arara CUbano. E para o spa de Mato Grosso do Sul um inofensivo e multi-milionário traficante.

Em tempo: Mais uma casa está envolvida nos esquemas desse país, no Jurerê Internacional, em Floripa. Do jeito que anda por lá se gritarem pega ladrão, não fica um.

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