sexta-feira, agosto 31, 2007

Nossos justiceiros juízes são realmentes singulares.

Uma mulher teve o celular roubado em um transporte público, ela vai na delegacia e faz o B.O. Seu celular é usado no sequestro de um zé mané qualquer. Ela é presa e grama uma cana dura, deixando os filhos ao Deus dará. Depois de não sei quanto tempo é solta por falta de provas. O B.O., documento oficial da polícia, não serviu de nada, o que valia era dar baixa na operadora do celular, cuja central de telemarketing não a atendeu por questões nebulosas e místicas.

Um psicopata comprovado, assassino do Tim Lopes, pede regime semi-aberto, consegue e se manda. E o chefe, conhecido como Elias Maluco, requer o mesmo tratamento. Fugir pela porta da frente dever ser muito irônico.

De quem é a culpa, se do judiciário ou do legislativo, eu não sei. Mas é bizarro. Indecente. Imoral.

Pelo menos a mulher injustiçada teve a coragem de botar uma bela trolha no rabo do governo de Pernambuco. Devia enfiar também no rabo da operadora.

Pqp.

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