segunda-feira, abril 09, 2007

Transita, pelas catacumbas do planalto central, uma idéia que seria exótica se não fosse ardilosa. O ministro da (des)educação, com apoio de um político nordestino, defende a criação da faculdade do nada. Explico. O estudante ficaria dois a três anos estudando um currículo genérico e, após esse período, receberia seu diploma. Somente depois escolheria a faculdade que gostaria de cursar, de acordo com o seu desempenho acadêmico. A idéia é ardilosa no momento que lubrificará as estatísticas mundiais de desempenho social brasileiro. Teríamos então uma legião de “nadas”, com direito a cursar pós-graduação, mestrado e PHD na matéria. Doutores em nada. O apedeuta não gostou da idéia mas ela anda a passos largos de qualquer forma.

A conferir.

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