sábado, março 03, 2007


O (des)governo quer limitar a greve no setor público em áreas essenciais. O intrépido e magnânimo pseudo-imperador Lula I afirmou que, nos anos 70, quando ele presidia o Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e liderava greves, tinha a preocupação de garantir o funcionamento de determinados serviços das empresas. "Nós acordávamos que alguns setores não deviam parar, não aconteceria nada", disse. Curiosamente os setores que não podiam parar eram exatamente aqueles que pagavam os funcionários paralisados. Disse ainda ao G1, "na verdade, o que queremos garantir, na organização do trabalho do Brasil, é maior responsabilidade, maior liberdade e, portanto, mais atos conseqüentes de todos nós".

Vamos por partes. O (des)governo distribuiu vagas no setor público para garantir sua re-eleição. Inflou absurdamente a máquina estatal. O paraíso dos trabalhadores, o setor público, é foco de greves importantes a ponto do governo intervir. É então o (des)governo refém do próprio caminho que trilhou? E se o (des)governo quer coibir greves no setor público, onde é que está a tal liberdade propalada no parágrafo acima?

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