quarta-feira, março 21, 2007


“Posso não concordar com o que diz, mas defenderei até a morte o teu direito de dizê-lo”. (Shakespeare, Otelo, ato II, cena 3)

Atendendo a convocação do Lino vai aqui a visão Jus Indignatus sobre discriminação racial. Em primeiro lugar o dia mundial de combate a discriminação racial deveria ser também de combate à discriminação sexual, religiosa, política e por aí vai. Todos nós sofremos algum tipo de discriminação, ou fazemos alguém sofrer com ela. Infelizmente somos formatados pelo ambiente que nos cerca. Por exemplo, os evangélicos são bombardeados por propaganda contra os espíritas ou umbandistas. A petezada é doutrinada para acreditar que quem tem carro ou casa própria é um burguês, logo inimigo do povo (mesmo que seus lideres vivam como nababos). O mesmo vale para a violência, numa rua deserta, sozinho, em companhia de um negro e de um branco, quem você vai achar que é o criminoso?

Esta situação é perpetuada pela própria sociedade, notadamente pelo (des)governo. A criação de cotas sociais, com apoio da própria população, para ingresso em universidades, que nada mais é que oficializar os guetos, é discriminatória, em ambos os sentidos. Discrimina o individuo que vem de classes mais pobres ao dar um “handicap” para eles. Discrimina o que vem de classes com melhor acesso a recursos (nem vou dizer aqui “classes privilegiadas” por que privilegiados são os habitantes da pocilga e da península dos ministros) por coibir o seu acesso por mérito. Nesse caso eu sou vitima de discriminação, pois apesar de ficar entre os 30 primeiros colocados, oriundos de escolas particulares, em um curso universitário público, somente os 12 primeiros colocados entraram. As outras 28 vagas foram preenchidas por quem veio de escola pública com um índice de aprovação sofrível. Enquanto isso pululam as universidades caça-níqueis que formam uma massa de profissionais com competência duvidosa.

Não podia deixar de citar a discriminação contra a opção sexual. Os chamados GLSTky-Alfa-Tango-Bravo (cada vez colocam mais letras...). Tenho amigos de todos os sexos, sem problemas. E sou da política do grande “mago” esotérico Heitor Caolho, presidente vitalício da Hector Hereeye Foundation,: “Cada um sabe onde dói mais no fiofó”. A opção sexual é de foro íntimo e eles tem todo o direito a isso. A única coisa que posso acrescentar aqui é que se tornarem obrigatório eu me mando.


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Tem post novo do esotérico Heitor Caolho.

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