domingo, fevereiro 18, 2007


Ao assumir o novo (des)governo o intrépido presidente avisou que ia fazer uma reforma ministerial. Até aí tudo bem, esperado, já que alguns, francamente, foram péssimos (eu sei, fui bonzinho). Mas aí veio a eleição para presidente da pocilga, a casa do povo, onde os cargos de primeiro a trigésimo-oitavo escalão, nos gabinetes do (des)governo, foram colocados no balaio da negociata que levou Chinaglia, petista, à liderança do malfadado chiqueiro.

Mas quando se pensava que a eleição resolveria o impasse, pasmém, continua a pasmaceira. O molusco vai empurrando com a barriga e nada. Se o tal Plano de Assalto ao Contribuinte for no mesmo ritmo, lá pelo ano do senhor de 2098 a coisa vai.

Recorde absoluto de inércia. 49 dias para definir um gabinete e contando. É isso aí Brasil-sil-sil....

Leiam o esotérico Heitor Caolho.

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