terça-feira, fevereiro 20, 2007


Eu realmente não gosto de "pets". Acho um absurdo tratar um cachorro ou um gato como gente. Revoltante foi saber que uma "socialite" nova-rica, certa vez, fez uma festa nababesca para seu singelo cãozinho. Agora leio que o mercado de produtos estéticos para animais de estimação, nem sabia que essa bizarrice existia, se assemelha cada dia mais ao voltado para humanos. Cachorros e gatos já podem ter acesso a tratamentos como chapinha e cauterização, além de produtos como corretivo para a região dos olhos, mousse e protetor solar, muito comuns nas nécessaires dos seus donos alienados. Se é pra tanto tinha que ser ao contrário. Tem certas pessoas que deviam usar coleira anti-pulgas e serem castradas.

Num mundo que está à beira do colapso ambiental, com uma população crescendo de forma exponecial e sem a menor política de controle de natalidade, onde as terras produtivas irão fornecer combustível, o tal bio-combustível, ao invés de comida, com tantas crianças jogadas ao deus-dará por conta de guerras e calamidades, falar em mercado milionário para bicho de estimação é indignante. Quem quiser ler mais sobre essa bizarrice clique aqui.

Update: 20/02/2007

"É direito inalienável de todo cidadão se indignar com o que acontece no seu cotidiano" (antigo provérbio austro-húngaro-otomano).
Pessoal, não vou dar aula de interpretação de texto aqui mas leiam, de novo, o conteúdo do post. Tem gente que tem pets? Ok. Tem gente que trata bem pets? Ok. Mas passar mousse (o que quer que seja essa porra), rímel e fazer chapinha em cachorro? Puta-que-ô-pariuô.

Tem post novo do esotérico Heitor Caolho.

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