terça-feira, fevereiro 20, 2007


Li no blog do Dono do Bar artigo interessante sobre a origem epistemológica da origem da palavra carnaval. Gostaria de compartilhar meu conhecimento, adquirido ao longo de minha caminhada de mais de 80 anos pelo mundo, sobre assunto tão excitante e atual.

Carnaval, da latínica expressão "Quo vadis ergo carnavale est", na verdade era uma festa pagã da antiga mitologia normanda. A festa era comemorada perto do final do solsticio de verão. Na época, a dicotomia entre a adoração aos deuses pagãos e um único Deus, fazia com que famílias inteiras entrassem em colapso. A igreja católica, ardilosamente, colocou a paixão de cristo 40 dias após esta festa, obrigando a todos os convivas a se penitenciarem. Na festa, que não tinha nada de orgíaca, eram oferecidas frutas e bebidas leves à base de cevada, moída por virgens vestais do templo da deusa Himenética. Dançava-se ao som de pífanos e violas e após 3 dias todos estavam com suas energias renovadas. O hábil ardil cristão levou à crença que esta festa era pecaminosa. Outrossim, introduziu bebidas mais pesadas e investiram pesado para que mulheres, não tão virgens, desfilassem semi-nuas. Todas as implicações desta festa foram registradas pelo governador romano da normandia no séc III.

Com o passar dos séculos a origem pagã normanda se perdeu e atribui-se a esta festa o exorcismo dos malefícios terrenos antes da quaresma católica.

Publicado com exclusividade no Jus Indignatus pelo "mago" esotérico Heitor Caolho, líder espiritual e presidente vitalício da Hector Hereeye Foundation.

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