sexta-feira, janeiro 05, 2007


Quatro empresas que constam da "lista suja" do trabalho escravo ajudaram a eleger o governador de Sergipe, Marcelo Déda (PT), e o senador José Sarney (PMDB-AP), além de cinco deputados federais. Interessante que os tesoureiros não tenham notado essa singular situação de seus benfeitores. Ou notaram e estava tudo combinado. Uma bela dúvida cruenta. Obviamente todos os envolvidos não sabem de nada.

O interessante é que empresas que são pegas com trabalhadores em regime similar à escravidão vão parar numa "lista negra", eventualmente tem seu acesso a crédito oficial suspenso e sofrem uma autuação. No mínimo seus gestores deveriam ir em cana e a empresa, fechada. Sem perdão.
Isso é o Brasil do século XXI a caminho de pegar o bonde da história.

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