sexta-feira, dezembro 29, 2006




Pode parecer piada mas é. A frase título sintetiza, de modo cabal, a ignorância que sagra a "terra brasilis". Ignorância esta que levou a re-eleição do apedeuta molusquiano. Mas não vou fazer uma retrospectiva dos fatos e fofocas do ano de 2006. Deixo isso a cargo da Globo e da Caras. Além do que, existem blogueiros muito mais competentes do que eu para resumir a barbárie que foi este ano.

2006 foi um ano duro de engolir. No campo pessoal fui do inferno ao céu. Em alguns aspectos ainda ando abraçado com o diabo. No dia 1º deste ano acordei doente e até hoje estou sob tratamento. Um saco. Mas muitas coisas boas aconteceram. Continuei com o "Indignatus", que não pretendo terminar tão cedo. Afinal, o cotidiano brasileiro é pródigo em temas interessantes para serem sacaneados. Continuei com o "Juarez". E que, se Oxalá quiser, o transformarei em livro. (pausa: quem quiser me ajudar indicando alguma editora será muito benvindo). E descobri um lado meu, graças a Rose e a Saramar, que não conhecia. Uma alma de poeta. Foi realmente uma surpresa começar o "Cor da Letra".

Fortaleci a amizade com pessoas que não conheço. E conheci, virtualmente, outras fantásticas. Inúmeras mesmo. Que tenho o privilégio e o prazer de ler quando posso.

Não desejarei boas entradas. Desejo sim que cada dia de 2007 seja uma pequena vitória. Que a cada dia vocês sejam bem sucedidos. Que seus desejos se realizem. A cada dia. Que as saudades dos que se foram se tornem boas lembranças e bons exemplos. Que superem suas angústias. A cada dia. Que se fortaleçam na adversidade. Que se deleitem com a bem-aventurança.

Aos meus amigos blogueiros e aos que somente me visitam, minha saudação sincera.

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