quarta-feira, novembro 29, 2006


Dilma Roussef comparou a maracutaia, envolvendo o rachuncho de verbas publicitárias oficiais entre a empresa do primeiro-filho com a Band, a fatos corriqueiros na TV brasileira. Uma empresa ou uma pessoa física ou uma igreja alugam espaço ou compram espaço para veicular seus programas. Essa porta-voz do beom-senso no uso da coisa pública acredita que não é possível considerar isso estranho. "Outras explicações não têm de ser dadas pelo governo, mas pela Rede 21 e pela Gamecorp" completou.

Como o contrato, que possibilita este desvio de conduta, é "de gaveta", com certeza se torna uma fraude. Outro fato estranho é os adevogados do primeiro-filho tentarem impedir a justiça de tomar conhecimento do teor do mesmo. No mínimo familiares de presidentes deveriam ter um pouco de simancol e não se imiscuirem na coisa pública, mamando na teta. E o apedeuta não querer saber não ajuda em nada.

Nada como ter um Ronaldinho na família.

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