segunda-feira, novembro 20, 2006


Em carta, aos diplomatas brasileiros, o governo bolóviano manifesta sua preocupação com a construção de duas hidroelétricas na bacia do rio Madeira. A disputa é pela provável inundação de parte do território da Bolóvia, rica produtora de castanhas, inclusive sendo um dos principais produtos de exportação e que traz incontáveis bilhões de dólares em divisas para aquele país. De outro, o aumento da matriz energética brasileira, necessária para viabilizar o fantástico e extraordinário espetáCUlo do crescimento.

O chanceler bolóviano, Choquequalquercoisahuaca, pede que o Brasil "retome o espírito" de integração bilateral" (sic Folha Online). Bom lembrar que este maravilhoso e irmanado "espírito" foi completamente desconsiderado quando do arresto das refinarias da Petrobrás. E continua a chancelaria bolóviana que "o Brasil tem todo o direito para tomar suas próprias decisões". Nossa, que magnanimidade. Isso mesmo, desde que não interfira com os assuntos hegemônicos de lá. Pelo jeito o Brasil vai abaixar as calças mais uma vez. Ou então, como acredito, a Bolóvia está criando dificuldades para vender facilidades. De repente eles "liberam" a construção e em contrapartida recebem a energia "de grátis". Ou ainda, não colocam um centavo e ainda conseguem energia subsidiada.

A conferir.

PS: Alguns governadores de lá romperam com o Evil Imorales©. Alegam que o novo controle sobre as atividades regionais fere a constituição. Tem ou não tem cheiro de proteção corporativista à maracutaia regional neste "protesto"?

PS2: Não me canso de postar essa imagem ehehehehehe

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