quarta-feira, novembro 01, 2006


Como era de se esperar continuam as trapalhadas causadas por membros petistas do (des)governo. Agora em âmbito relacional relativista ditatorial.

Primeiro a declaração do presidente nacional do PT, Marco Aurélio Garcia, ao comentar o episódio da porradaria envolvendo petistas e jornalistas. Disse, esse luminar da democracia teuto-cristã, que a imprensa deveria fazer uma "auto-reflexão" sobre a forma com que havia noticiado o escândalo do mensalão. Ameaça? Escárnio? Delírio? Somente o futuro dirá.

Não satisfeitos o ministro das relações insititucionais, o que quer que isso signifique além de arrumar uma boca no governo, dá um parecer definitivo enquanto dure. "Acabou a era Palocci", disse Tarso Genro . Na minha humilde opinião esta era deveria ter acabado no dia que Palocci, paladino das liberdades democráticas, burlou a lei e quebrou o sigilo bancário do caseiro. Além do que a política econômica é do governo, tucano, não de um homem só. Esta declaração sensata causou a queda da bolsa de valores e a alta do dólar.

E Kennedy Alencar diz, em nota publicada na Folha Online, que é natural que existam novos escândalos de corrupção no governo, que é "uma máquina enorme, com muita gente, muitos interesses". Profecia? Defesa prévia? Pau mandado? Para este brilhante colunista, o país pode esperar do segundo mandato de Lula o "aprofundamento de alguns programas sociais", mas, do ponto vista econômico, acredita que "haverá uma mudança mais de discurso do que de prática." Ou seja, muito blábláblá e nada de ações concretas.

E finalmente o chanceler Celso Amorim, esta Águia de Haia rediviva, está satisfeito com o novo acordo assinado pela Petrobrás com a Bolóvia. "Temos que olhar a situação da Bolóvia", disse Amorim. "Viva Evil Imorales" completou. Os interesses brasileiros que se danem.

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