domingo, setembro 24, 2006


Apesar dos escândalos, as degolas no (des)governo parecem ser do tipo "pra inglês ver". Nunca entendi a origem da expressão mas ela se aplica muito bem na situação. José Dirceu caiu e se mandou do congresso, mas continua sendo uma importante peça no PT. Berzoini caiu mas ainda é o presidente do PT e, diz a lenda, continua por trás da estratégia da re-eleição molusca. Palocci também continua dando seus pitacos e por aí vai. Não será surpresa se o Lorenzethi, que se intitula primeiro-churrasqueiro, continuar assando as carnes presidenciais. O interessante é que tudo isso acontece, é amplamente divulgado e ninguém cobra nada. A cegueira, das linhas petistas, aos desmandos de sua cúpula é preocupante. Fanáticos são capazes de tudo, que o diga o Vaticano.

Esse fanatismo pode permitir a grande jogada de Lula, fechar o Congresso. Afinal lá reside uma quadrilha que, cassada, dificilmente encontrará simpatia por parte do eleitor médio. O ato levaria isso em conta. Com as hostes fanáticas a favor e as forças armadas desaparelhadas seria difícil uma reação dos segmentos democráticos da sociedade. Além disso, a justissia brasileira, em todos os níveis, teria suas mãos atadas por nomeações exóticas para os principais tribunais, com o devido rasgar da constituição brasileira. Lula teria, então, apoio de países do calibre de Cuba, Venezuela e Bolóvia. Enquanto isso, os EUA e a Europa não saberiam o que fazer, mas aí, numa sacada genial, Lula entrega a Amazônia para as potências mundiais, talvez China, e acalma o cenário externo. E se torna Lula I, imperador do Brasil. (credo!!!)

Imagem: Imperador acompanhado por um reposteiro e camareiro-mor (pintura de Jean Baptiste Debret)

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