sexta-feira, agosto 25, 2006

Recebi um email de um tal Marcio Pochmann. Faz um blábláblá danado, inócuo, inoportuno e boçal a respeito do emprego no setor público no Brasil. Obviamente faz comparações cretinas com países do primeiro mundo. Reproduzo em parte: "Em nações como a Suécia, o peso do emprego público representa quase18% do total da população, enquanto na Alemanha se encontra próximodos 7%. O Brasil, nesse sentido, está na contramão, justamente por apresentar uma das menores relações entre o emprego público e o total da população.Em relação aos Estados Unidos, por exemplo, o Brasil possui o nível de emprego público como proporção da população quase 30% menor. Se a comparação for com a França, nota-se que lá há 2,1 vezes mais empregados públicos, como proporção da população total, que no Brasil."

Bom, considerando o que foi escrito faço os seguintes comentários. Primeiro, a renda nos países citados é infinitamente superior a do Brasil. Segundo, o serviço público é de qualidade. Terceiro, não entendi o objetivo de tal email. Será você, Márcio, algum parasita que suga nosso suado dinheiro?

Em resumo, Márcio, o problema não é se a quantidade é ou não adequada. Estou pouco me lixando pra isso. O que podemos deduzir é que o ponto nevrálgico é a qualidade do atendimento que o cidadão contribuinte tem. Não tenho educação pública de qualidade e tenho que pagar escola particular. Não tenho assistência médica de qualidade e tenho que pagar seguro-saúde. E por fim, tenho que fazer jiu-jitsu para poder me defender e rezar para não ser vítima de uma bala perdida ou afins.

Ah e finaliza com um parágrafo absolutamente chavão e que não diz nada com nada. A íntegra pode ser lido na Revista Fórum. E durma-se com um barulho desses.

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