sábado, agosto 19, 2006

Um especialista da ONU em segurança, de quem ou o quê ninguém sabe, disse que falta ao estado a iniciativa nas ações contra organizações como o PCC. "O Estado é meramente reativo às ações que vêm ocorrendo", avalia Pungs. "É preciso uma ação proativa. Dar prioridade absoluta para a questão da segurança."

Ah é, é? Vindo de uma organização que não consegue sequer debelar uma guerra escrota como a de Israel com o Líbano parece piada. Mais um daqueles consultores que dizem o óbvio sem serem consultados.

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