terça-feira, janeiro 17, 2006

Assisti (acho que hoje ou ontem não me lembro bem) um programa na Globonews, Espaço Aberto - Ciência e Tecnologia, onde o tema era a memória e o esquecimento. Interessante que o local era um laboratório, da UFRGS (Brasi-li-li-il-il), e o cientista, que não era britânico e sim arghentino, disse que a memória será tão mais vívida quanto maior a carga emocional envolvida. Pensem em como a morte de um ente querido ou um pé na bunda bem dado daquela pessoa que amamos ou um presidente mal eleito nos atormenta pela eternidade. Outra coisa que destacou é que nesses momentos você lembra de tudo o que fez, com quem estava etc. Porém, não lembra xongas do que aconteceu antes e depois.

Bom, o importante é que temos que aprender a esquecer, pois só isso permite que criemos espaço no cérebro para novas memórias o que contribue para nossa sanidade e evolução. E ler, e fazer palavras cruzadas, foram exemplos de exercícios para estimular e manter afiada a memória. No caso do seu presidente o discurso do "não sabia" está errado. Como ele não lê ele não lembraria mesmo do caixa 2, do mensalão etc.

Por último, voltando ao nosso cientista hermano, a forma de esquecermos é catalisarmos o que nos atormenta, nos expondo ao fato e com isso, através da ajuda de especialistas (terapeutas ou psiquiatras), banirmos da memória a lembrança nefasta.

Por isso meus amigos, vamos votar novamente no Lula, que pelo que entendi é a única forma de esquecermos que ele e sua camarilha existem.

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